09 maio 2016

(950) seis meses depois: GERINGONÇALATRIA…














Boa tarde brother.

07 maio 2016

(949) ESSA PARTE, EU NÃO OUVI.














Boa tarde.

06 maio 2016

(948) SABE QUE UMA PESSOA QUE SE GABA DE SÓ PRECISAR DE QUATRO HORAS DE SONO É DONALD TRUMP?

   
Fareed Zakarias GPS da CNN (RTP3 de 1maio2016) entrevista Ariannna Huffington autora
 “The Sleep Revolution “:

  Fareed

- Sabe que uma pessoa que se gaba de só precisar de quatro horas de sono é Donald Trump ?

Arianna

- Sei.

- O que tem a dizer sobre isso?

- Que Donald Trump apresenta todos os sintomas de privação de sono crónica, segundo a Academia Americana de Medicina do Sono.

A sua incapacidade de processar mesmo informação simples, as suas mudanças de humor, a sua irritabilidade, os problemas para ouvir os outros, as tendências paranóicas, o constante regurgitar de incoerência, tudo isto são sintomas científicos de privação de sono crónica.

Mas o que é preciso mudar é que quando alguém diz tais coisas tem de reconhecer que está a ficar com o depósito vazio, que funciona apenas com o vapor e que isso se torna cumulativo.
Vimos o que sucedeu na sua campanha.

Começou a fazer declarações de que teve de se retratar.

O que é muito raro nele, já que fez declarações bem absurdas de que não teve de se retratar.
Torna-se cada vez mais difícil funcionar.

- Então, a solução para os problemas de Donald Trump é proporcionar-lhe uma boa noite de sono.

É a solução para os problemas de todos nós.

Pois…


















Bom dia.

25 abril 2016

( 947 ) OH! FERIADO?! UAU!


BOM DIA.

25 novembro 2015

(946) COMEMORAR O 40 º ANIVERSÁRIO DO 25 DE NOVEMBRO DE 1975 !








Bom dia.

26 outubro 2015

(945) UMA COMÉDIA VERMELHA.


Entre as misérias que o salazarismo nos legou, uma das piores foi o mito de que o PCP combateu a ditadura em nome da liberdade.

No mundo real, o PCP lutava por uma ditadura mais repressiva, da qual aliás se espreitou o grotesco rosto em 1975. 

Em 2015, é ridículo - e sobretudo triste - ter de o lembrar.

 Mas a lenda da "generosidade" comunista resistiu ao 25 de Novembro, à queda do Muro e à enésima divulgação das carnificinas pedagógicas inspiradas por Marx.

 Em países sem tradição autocrática recente, o comunismo, em qualquer das sangrentas variantes, é o tique nervoso de uns poucos excêntricos, geralmente confinados à universidade ou ao manicómio.

Graças ao Estado Novo, os comunistas nativos chegam a 20% no Parlamento.

 E, em estimativa moderada, a uns 50% nos media.

É por isso que, por cá, cada avanço da "extrema-direita" no "estrangeiro" equivale às trombetas do Apocalipse, enquanto a ascensão caseira de PCP e BE é a abertura necessária a forças e eleitores injustamente marginalizados.

Nestes dias, não faltam idiotas úteis e inúteis a celebrar o fim do "arco da governação".

Embora feiinha, a expressão não é absurda: convém limitar o governo de uma democracia a partidos cujo desígnio não consista na aniquilação da dita.

Isto para dizer que Cavaco Silva esteve bem.

Imagine-se uma história alternativa.

Imagine-se que o PS ganhava as eleições sem maioria nem indícios de apoio parlamentar.

Imagine-se que o PSD e o CDS ensandeciam e namoravam os deputados do PNR e do recém--legalizado MIRN para estabelecer uma frente de direita e formar governo.

Imagine-se que o presidente António Guterres rejeitava a possibilidade sob o argumento de que a frágil situação nacional não deveria ser comprometida por forças avessas aos, cito, "grandes compromissos", do euro à NATO, do Tratado Orçamental à UE.

 Quantos dos que agora berram contra a "parcialidade" de Cavaco Silva berrariam nesse dia contra a "parcialidade" de Guterres?

Desconfio que poucos: para a esquerda, a parcialidade naturalmente só incomoda quando não a beneficia. Os ataques desenfreados de Soares às maiorias de Cavaco (ambas sem o MIRN e o PNR) foram uma espectacular manifestação de consciência cívica.

Os truques de Sampaio para despachar a maioria absoluta da "direita" (de novo sem o MIRN e o PNR) e consagrar Sócrates foram a prova de que tínhamos estadista. A aparente rejeição de Cavaco a qualquer "solução" que envolva a extrema-esquerda é, a acreditar no berreiro que por aí vai, uma vingança inconstitucional.

Apenas um pormenor: não é. A Sagrada Constituição permite que o PR faça o que ameaçou fazer e, face ao avanço de radicais perigosos e derrotados, prefira um governo dito de "gestão".

A esquerda não gosta?

A "direita", por acaso a "direita" que elegeu Cavaco Silva, sim.

Legalidade por legalidade, legitimidade por legitimidade, é tudo questão de gosto.

Eu limito-me a achar que as consequências de um governo limitado na decisão são menos nefastas do que as consequências de um governo ilimitado na alucinação.

Haverá quem ache o contrário e julgue que o PR escolheu o partido em lugar do país. 

Por acaso, é evidente que escolheu o país em lugar do partido: para o PSD (e a coligação), oito meses de oposição a um bando de nulidades chantageadas por fanáticos seria uma mina eleitoral.

Seria porém uma calamidade talvez definitiva para Portugal.

Se, como é plausível, Passos Coelho e Portas recusarem o arranjo da "gestão", assistirão na plateia à comédia da "muralha de aço" (este PS demente já adoptou a expressão) e, lá para Julho, garantem maioria nunca vista.

O problema é que, entretanto, o hilariante espectáculo terá tornado anacrónica a proverbial comparação com a Grécia: a curto prazo, habilitamo-nos a ser a Venezuela.

 E não sobrará ninguém para rir.

25 DE OUTUBRO DE 2015



Boa noite.

25 outubro 2015

(944) APRENDENDO COM FRIEDRICH HAYEK: SOCIALISMO O CAMINHO PARA A SERVIDÃO.


  ‘O caminho para a Servidão’  que Hayek dedicou Aos socialistas de todos os partidos.


Publicado em 1944, este manifesto liberal constitui uma das denúncias mais veementes dos totalitarismos do século XX, vindo a obra a ter um sucesso assinalável.

Para Hayek, na sua natureza, o hitlerismo não se distingue do estalinismo, e a diferença entre socialismo e comunismo é uma mera questão de grau, pois todas estas ideologias contêm em si uma ameaça às liberdades públicas e individuais.

Há, por isso, que abandonar o caminho para a servidão – que a obra denuncia – e trilhar o da liberdade.

Lê-se na contracapa da edição de Abril de 2014 de Edições 70. A primeira edição foi publicada em 1977 pela “Teorema”.

(capitulo) 10

Porque é que os piores estão no topo?

“ Todo o poder corrompe, o poder absoluto corrompe absolutamente “Lord Acton.

(…) É por isso que, numa sociedade que tende para o totalitarismo, os descarados e pouco escrupulosos serão provavelmente mais bem sucedidos. Quem ainda não viu isto não percebeu o abismo que separa o totalitarismo de um regime liberal, as diferenças absolutas entre todo o ambiente moral do colectivismo e a civilização ocidental, essencialmente individualista.

*

Regressemos por instantes ao momento que procede a supressão das instituições democráticas e a criação de um regime totalitário. Nesta fase, o elemento dominante da situação é exigência generalizada de uma accção governamental célere e determinada, sendo o descontentamento geral provocado pela lentidão e pela burocracia democrática, fazendo com que seja necessário agir por agir. 

Então, é o homem ou o partido que parecem suficientemente fortes e determinados “ para fazer andar as coisas “ que parece exercer a maior atracção. Neste sentido “forte” não significa apenas uma maioria numérica – é com a ineficácia das maiorias parlamentares que as pessoas não estão satisfeitas.

 Procuram alguém com apoio sólido, que inspire confiança e que possa levar a cabo aquilo que se propõe. É aqui que entra o novo tipo de partido, organizado segundo métodos militares.

“ O que permite impor um regime totalitário a todo um povo é o líder conseguir primeiro congregar um grupo que esteja preparado para se submeter voluntariamente à mesma disciplina totalitária que pretende impor aos outros”.

“ Que o socialismo só pode ser imposto em prática por métodos que a maioria dos socialistas não aprova é, evidentemente, uma lição aprendida por muitos reformadores sociais no passado”.

“ Um inimigo – seja ele interno (…) ou externo – parece ser um requisito indispensável do arsenal de um líder totalitário.

INFANTILISMO , DOENÇA DEGENERATIVA DO SOCIALISMO.


Bom dia.